Hoje quero compartilhar com vocês uma mensagem que anda circulando na internet, já recebi por e-mail de 2 pessoas, já li no site da Ana Maria Braga e no site de algumas revistas.
Pra quem não conhece vale a pena dedicar um tempinho e ler, pra quem já conhece eu aconselho que não deixem cair no esquecimento o conteúdo que essa mensagem nos traz, lembrem todos os dias cada palavra dessa mensagem, porque ela nos fala de uma realidade que na correria do dia a dia a gente acaba deixando passar.
A mensagem de hoje por coincidência vem a complementar a mensagem postada anterior a essa. Leia e reflita sobre elas e veja se elas não tem razão quando falam que nós deveríamos dizer "Eu Te Amo" as pessoas enquanto ainda há tempo e que devemos viver um dia após o outro com um único próposito ser feliz hoje e não deixar pra amanhã.
Segue a mensagem e que o acidente trágico com o avião da Air France vôo 447 nos sirva de lição.

Sem que você perceba, ou possa fazer qualquer coisa a respeito, sua vida acabou.
Numa bola de fogo ou nos 4 000 metros de água congelante abaixo de você naquele mar sem fim. Você que tinha acabado de conseguir dormir na poltrona ou de colocar os fones de ouvido para assistir ao primeiro filme da noite.
Ou de saborear uma segunda taça de vinho tinto com o cobertorzinho do avião sobre os joelhos.
Talvez você nem tenha tido tempo de ter a consciência do fim, de que tudo terminava ali.
Talvez você nem tenha tido a chance de se dar conta disso.
Tudo que ia pela sua cabeça desaparece do mundo sem deixar vestígios. Como se jamais tivesse existido.
Seus planos de trocar de emprego ou de expandir os negócios.
Seu amor imenso pelos filhos e sua tremenda incapacidade de expressar esse amor.
Sua insegurança em relação ao seu real talento, às chances de sobrevivência de suas competências nesse mundo que troca de regras a cada seis meses.
Aquele curso que sempre quis fazer, mas há anos fica adiando.Seu receio de que sua mulher permaneça com você infeliz, tendo deixado de amá-lo ou vice-versa.
Seus sonhos de trocar de casa, de carro, sua torcida para que seu time faça uma boa temporada, o tesão oculto que você sente por alguém e é contido por razões diversas.
Para que todo esse universo pessoal que tantas vezes lhe pesou toneladas tenha se apagado. Como uma lâmpada que acaba e não volta a acender mais.
Então, aproveite bem o seu dia.
Extraia dele todos os bons sentimentos possíveis.
Não deixe nada para depois.
Seja você mesmo.
Não guarde lixo dentro de casa nem dentro de você.
Não cultive amarguras e sofrimentos, prefira o sorriso.
Dê risada de tudo, de si mesmo.
Seja feliz hoje, porque:
Ontem é história;
Amanhã é mistério;
Hoje uma dádiva! E é por isso que se chama presente.
Tudo bem??? 

























Envolvidos num duelo entre o pensar e o sentir, entre o saber e o descobrir. Envolvidos com pessoas que “semi-portavam” um outdoor dizendo: Eu não sou para você! Nós não temos futuro! E nós cegos, ou melhor, insistentemente cegos, momentaneamente cegos e propositalmente cegos, vamos lá conferir e ver no que dá... Vamos lá pagar o preço, perder nosso tempo, nossos beijos e quebrar a cara mesmo sabendo que no fim, mais uma vez, não vai dar em nada. Deus! Jesus! Santo Antônio Casamenteiro! De onde vem essa insistência? Essa mania de querermos algo que sabemos (de antemão) que não vai dar certo? Por que duas pessoas que têm essências, hábitos, desejos e sonhos tão contrários se envolvem? Chamem de química. Paixão. Atração. Desejo. Seja lá o que for essa coisa louca, algo nos leva a insistir em relações com pessoas que não têm nada a ver com a gente. E que nunca dariam certo e que nunca dão, efetivamente. Exemplo: Você gosta de passar os finais de semana nas montanhas, curtindo a natureza, tomando sol nas cachoeiras e fazendo um rapel. Ela passa as tardes no shopping, falando ao celular como uma louca e torrando o cartão de crédito em coisas fúteis. Você é quase uma atleta, nunca fumou e gosta de música sertaneja. Ele curte música eletrônica, é playboy e acha que drogas ilícitas são o máximo. Enfim... Por que é que está tão na cara (dos dois) que não vai dar certo e queremos ver até onde vai? De onde o coração tirou que ele pode ser independente e seguir na direção contrária da razão (aquela, que nos avisa o tempo inteiro: sai daí)? Será que, no futuro, estaremos evoluídos a ponto de nos atrairmos somente pela pessoa certa? A ponto de coração e razão entrarem em acordo. Ou estamos fadados a viver pra sempre dando cabeçada por aí e nos envolvendo com as pessoas erradas?







